Dança Molhada

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Grupo Expresso

Tenho boas lembranças do Grupo Expresso, que primeiramente chamava-se Expresso Rural. Foi uma das bandas inspiradoras de minha adolescência! Quem é da Ilha ou mora aqui um bom tempo deve lembrar deles… Minha música preferida: Dança Molhada!

Eu era muito fã, tinha os seus discos ainda em vinil, mas na época não lembro de ter ido algum show deles…

No inverno de 2009, fui até ao Parque de Coqueiros onde estava sendo realizada uma grande Festa Junina. Nem acreditei quando anunciaram quem iria se apresentar em seguida no palco: sim, o Expresso! Assisti o show extasiada, cantando suas músicas desde Certos Amigos até Flodoardo… a emoção foi tão grande que chorei… lembrando do tempo que não volta mais…

Para saber mais: http://grupoexpresso.blogspot.com/

Rodas de Capoeira: Arte e Patrimônio em Florianópolis

“A leitura deste belo livro nos traz a medida de quão importante,
profunda e diversa é a presença da capoeira em Florianópolis,
contribuindo de maneira decisiva para o conhecimento do mosaico
cultural ilhéu, tão multiforme”, escreve o antropólogo
Rafael José de Menezes Bastos, professor da UFSC, no prefácio da obra.

O livro Rodas de Capoeira: Arte e Patrimônio em Florianópolis de Maria Eugenia Dominguez é um lindo registro da Capoeira da Ilha. Vale a pena ler e ter este importante documento!

Gostei muito de participar, pois além de poder contribuir um pouquinho com o trabalho de Eugenia ainda fiz amizade com mais uma camarada!

Parabéns Eugenia! Espero poder continuar lhe encontrando pelas rodas da vida.

Mais de Darci

Darci continua aprontando… Além da rádio agora ele já tá dominando a internet. Tá ficando cada vez mais sabido esse guri…

Não deixem de acompanhar o Blog do Darci:

http://www.blogdodarci.com.br/

Para quem ainda não o conhece, aqui vai uma pequena biografia escrita por ele mesmo:

“Rapaiz, eu sou o Darci, ceis sabem, o manézinho, nascido, crescido e curtido na ilha de Floripa. Meu negócio é pesca, óia, quando dá tempo de tainha, é uma festa por aqui rapaiz, mas no tempo do defeso é triste, dai a gente tem que fazer um biquinho na cidade. Curti eu curto muito, eu e o Ganiza, bicho mais loco que inxiste no planeta terra, eu sempre digo pra ele, tua cabeça é qui ném um abacate sem a baga drento, e a família dele num ajuda, são tudo doido tomém. Já a minha mãe, aquela vive estressadinha, de vez em quando toma umas pinga, fica doidinha, doidinha, já nem falo mais nada”.

DARCI

Botafogo – Armando Nogueira

O BOTAFOGO E EU

TEXTO DE ARMANDO NOGUEIRA

“Amar um clube é muito mais que amar uma mulher. Ao longo da vida, troquei de namorada, sei lá, mil vezes. E outras mil fui trocado por elas, mas a recíproca não está em jogo, agora. Jamais trocaria o Botafogo, nem por outro clube, nem por nada, neste mundo”.

Por que será que não escolhi por outro time? Afinidades eletivas, meus amigos. Premonição, talvez. Enfim, coisas do coração.

Na noite de 21 de junho de 1949, nascia minha grande paixão, apesar de que o Botafogo nem sequer sabia da minha reles existência. Não sabia, nem precisava saber. O futebol é assim: desperta na pessoa um sentimento virtuoso que transcende a amizade, que vai além do amor e culmina no santo desvario da paixão. Tem de tudo um pouco, porém, é mais que tudo. Torcer por uma camisa é plena entrega. É mais que ser mãe, porque não desdobra fibra por fibra o coração. Destroça-o de uma vez no desespero de uma derrota. Em compensação, remoça-o no delírio de uma vitória.

O Botafogo tem tudo a ver comigo: por fora, é claro-escuro, por dentro, é resplendor; o Botafogo é supersticioso, eu também sou. O Botafogo é bem mais que um clube – é uma predestinação celestial. Seu símbolo é uma entidade divina. Feliz da criatura que tem por guia e emblema uma estrela. Por isso é que o Botafogo está sempre no caminho certo. O caminho da luz. Feliz do clube que tem por escudo uma invenção de Deus.”

ESTRELA SOLITÁRIA.

Vôo de Parapente

Saiba onde voar de parapente em Florianópolis

Praias Mole, Rio Vermelho, Santinho e Brava são boas para o esporte

Depois de uma contagem regressiva de três segundos e uma corrida de pouco mais de cinco metros, instrutor e passageiro decolam, presos ao parapente, do Morro da Lagoa da Conceição. Os primeiros instantes de queda rápida desviam a atenção de um ‘voador de primeira viagem’, mas, quando o vôo estabiliza, é possível apreciar a paisagem com calma. São cerca de quinze minutos de uma bela vista: a Lagoa e as praias da Joaquina, , Campeche e MoçambiqueMole

Existem, também, outros pontos para realizar os vôos, como as Praias Mole, Rio Vermelho, Santinho e Brava, além de um morro em Santo Amaro da Imperatriz – considerado o melhor local do estado para a prática do esporte, a 30 quilômetros de Florianópolis. Na Parapente Sul, o preço de um vôo na Lagoa ou em umas dessas praias, que dura de 10 a 15 minutos, é de R$ 120. Já em Santo Amaro, saí mais caro: R$ 150, com duração de 20 minutos e transporte do local de pouso até a rampa incluso.

Os vôos podem ser marcados no próprio dia ou com antecedência – um dia, no mínimo, se a opção for por Santo Amaro. A data e a hora, porém, estão sujeitas a alterações, dependendo das condições climáticas. Nesse caso, o dinheiro é devolvido ao cliente ou o vôo é remarcado para outra data, em que o tempo esteja melhor.

As informações meteorológicas, por sinal, aliadas à evolução dos equipamentos de segurança, foram fundamentais para minimizar os riscos do esporte, que hoje em dia quase não apresenta perigo, se respeitados os limites. Em dias de sol, vento suave e céu com nuvens ‘em forma de algodão’; os vôos são realizados com maior segurança, além de propiciarem uma paisagem mais bonita.

– [A vista] é alucinante. Creio que esta seja uma palavra que consegue expressar um pouco a sensação – conta, rindo, Carlos Dal Molin, ou Alemão, instrutor e um dos fundadores da Parapente Sul, maior escola de vôo livre do estado, em funcionamento desde 1991.

Há mais de vinte anos no esporte, ele considera muito bom o cenário atual do parapente. Hoje, existem muito mais praticantes. São pessoas de diferentes interesses e idades – entre 25 e 60 anos – que pularam de cabeça, e parapente, nos prazeres do esporte. 

– Cada pessoa vai ter os seus sentimentos ao estar voando livre, mas, sem dúvidas, estes sentimentos estarão ligados a liberdade, contemplação, paz e por aí vai – afirma Alemão.

Sentir aquele friozinho da barriga é comum, tanto para os mais experientes como para os iniciantes. Com a prática, porém, deve-se perder o medo, mas a experiência não pode trazer a soberba, porque é ela que leva o praticante ao erro.

A adrenalina é o que estimulas os praticantes. Esse friozinho na barriga, que para alguns soa como medo. Alemão revela um provérbio dos amantes do parapente: “Se sempre que voas tens medo, é bom parar de voar; mas, se nunca que voas tens medo, também é bom parar de voar”.

O vôo
Para voar pela primeira vez sozinho, é preciso antes fazer um curso básico e, mesmo assim, os primeiros vôos são, obrigatoriamente, duplos, isto é, com o acompanhamento do instrutor.

– Depois de bem treinados, aí, iniciamos uma fase de vôos duplos de instrução, onde o aluno pilota com o instrutor, treinamentos de controle do parapente no solo, o que possibilita um maior domínio sobre o brinquedo e depois os vôos solo, até que possa sair debaixo da asa da escola e voar sozinho por aí – afirma o instrutor.

Para os que se animarem com o vôo-duplo e desejarem continuar no esporte, a Parapente Sul oferece um curso nas dunas da Joaquina e na praia Mole. O aluno começa saltando de pequenas dunas e, de acordo com seu desempenho, vai aumentando a altura da rampa de decolagem.

Modalidades
O esporte se divide em duas vertentes: a  conduzida pelos ventos próximos aos morros, que é o caso das pistas de decolagem de Florianópolis; e a conduzida por ventos térmicos, chamada cross – que consegue voar distâncias maiores –, em que são realizadas a maior parte das competições.

Existem alguns tipos de competição no vôo livre:

CROSS COUNTRY: Há um percurso preestabelecido a cumprir e, quem o realizar primeiro, vence, com a apuração feita por meio de GPS.

ACRO: Modalidade mais radical do esporte, que vem evoluindo, com a invenção manobras que, antes, eram quase impossíveis de realizar. A avaliação se dá pela plasticidade e grau de dificuldade da manobra.

CROSS COUNTRY ONLINE: Hoje com os aparelhos de GPS e com a internet, existe uma competição na qual os pilotos decolam de diferentes rampas e voam o mais longe possível, enviam estes vôos (tracklogs do GPS) via internet e, no final da temporada, quem acumular mais quilômetros voados vence.

Fonte: http://hoteis-e-pousadas.hagah.com.br/especial/sc/turismo-sc/19,0,3132681,Saiba-onde-voar-de-parapente-em-Florianopolis.html

Mais Informações: http://www.parapentesul.com.br/