Voe na Parapente Sul

Anúncios

Vôo de Parapente

Saiba onde voar de parapente em Florianópolis

Praias Mole, Rio Vermelho, Santinho e Brava são boas para o esporte

Depois de uma contagem regressiva de três segundos e uma corrida de pouco mais de cinco metros, instrutor e passageiro decolam, presos ao parapente, do Morro da Lagoa da Conceição. Os primeiros instantes de queda rápida desviam a atenção de um ‘voador de primeira viagem’, mas, quando o vôo estabiliza, é possível apreciar a paisagem com calma. São cerca de quinze minutos de uma bela vista: a Lagoa e as praias da Joaquina, , Campeche e MoçambiqueMole

Existem, também, outros pontos para realizar os vôos, como as Praias Mole, Rio Vermelho, Santinho e Brava, além de um morro em Santo Amaro da Imperatriz – considerado o melhor local do estado para a prática do esporte, a 30 quilômetros de Florianópolis. Na Parapente Sul, o preço de um vôo na Lagoa ou em umas dessas praias, que dura de 10 a 15 minutos, é de R$ 120. Já em Santo Amaro, saí mais caro: R$ 150, com duração de 20 minutos e transporte do local de pouso até a rampa incluso.

Os vôos podem ser marcados no próprio dia ou com antecedência – um dia, no mínimo, se a opção for por Santo Amaro. A data e a hora, porém, estão sujeitas a alterações, dependendo das condições climáticas. Nesse caso, o dinheiro é devolvido ao cliente ou o vôo é remarcado para outra data, em que o tempo esteja melhor.

As informações meteorológicas, por sinal, aliadas à evolução dos equipamentos de segurança, foram fundamentais para minimizar os riscos do esporte, que hoje em dia quase não apresenta perigo, se respeitados os limites. Em dias de sol, vento suave e céu com nuvens ‘em forma de algodão’; os vôos são realizados com maior segurança, além de propiciarem uma paisagem mais bonita.

– [A vista] é alucinante. Creio que esta seja uma palavra que consegue expressar um pouco a sensação – conta, rindo, Carlos Dal Molin, ou Alemão, instrutor e um dos fundadores da Parapente Sul, maior escola de vôo livre do estado, em funcionamento desde 1991.

Há mais de vinte anos no esporte, ele considera muito bom o cenário atual do parapente. Hoje, existem muito mais praticantes. São pessoas de diferentes interesses e idades – entre 25 e 60 anos – que pularam de cabeça, e parapente, nos prazeres do esporte. 

– Cada pessoa vai ter os seus sentimentos ao estar voando livre, mas, sem dúvidas, estes sentimentos estarão ligados a liberdade, contemplação, paz e por aí vai – afirma Alemão.

Sentir aquele friozinho da barriga é comum, tanto para os mais experientes como para os iniciantes. Com a prática, porém, deve-se perder o medo, mas a experiência não pode trazer a soberba, porque é ela que leva o praticante ao erro.

A adrenalina é o que estimulas os praticantes. Esse friozinho na barriga, que para alguns soa como medo. Alemão revela um provérbio dos amantes do parapente: “Se sempre que voas tens medo, é bom parar de voar; mas, se nunca que voas tens medo, também é bom parar de voar”.

O vôo
Para voar pela primeira vez sozinho, é preciso antes fazer um curso básico e, mesmo assim, os primeiros vôos são, obrigatoriamente, duplos, isto é, com o acompanhamento do instrutor.

– Depois de bem treinados, aí, iniciamos uma fase de vôos duplos de instrução, onde o aluno pilota com o instrutor, treinamentos de controle do parapente no solo, o que possibilita um maior domínio sobre o brinquedo e depois os vôos solo, até que possa sair debaixo da asa da escola e voar sozinho por aí – afirma o instrutor.

Para os que se animarem com o vôo-duplo e desejarem continuar no esporte, a Parapente Sul oferece um curso nas dunas da Joaquina e na praia Mole. O aluno começa saltando de pequenas dunas e, de acordo com seu desempenho, vai aumentando a altura da rampa de decolagem.

Modalidades
O esporte se divide em duas vertentes: a  conduzida pelos ventos próximos aos morros, que é o caso das pistas de decolagem de Florianópolis; e a conduzida por ventos térmicos, chamada cross – que consegue voar distâncias maiores –, em que são realizadas a maior parte das competições.

Existem alguns tipos de competição no vôo livre:

CROSS COUNTRY: Há um percurso preestabelecido a cumprir e, quem o realizar primeiro, vence, com a apuração feita por meio de GPS.

ACRO: Modalidade mais radical do esporte, que vem evoluindo, com a invenção manobras que, antes, eram quase impossíveis de realizar. A avaliação se dá pela plasticidade e grau de dificuldade da manobra.

CROSS COUNTRY ONLINE: Hoje com os aparelhos de GPS e com a internet, existe uma competição na qual os pilotos decolam de diferentes rampas e voam o mais longe possível, enviam estes vôos (tracklogs do GPS) via internet e, no final da temporada, quem acumular mais quilômetros voados vence.

Fonte: http://hoteis-e-pousadas.hagah.com.br/especial/sc/turismo-sc/19,0,3132681,Saiba-onde-voar-de-parapente-em-Florianopolis.html

Mais Informações: http://www.parapentesul.com.br/