Exposição Memórias Periféricas da Capoeira Angola de Salvador: o acervo pessoal de Mestre Nô

A Exposição Memórias Periféricas da Capoeira Angola de Salvador: o acervo pessoal de Mestre Nô, possibilita conhecer a história da capoeira da periferia de Salvador a partir da década de 60. Uma parte deixada de lado e ainda por contar, inserida na necessidade de preservar, difundir e salvaguardar uma das suas memórias. O acervo contém um pouco dos registros que o Mestre fez durante sua vida dedicada à Capoeira Angola, dos aspectos filosóficos, aos fundamentos do jogo e da ética, aos toques de berimbau. Os registros mostram modos de ensino e a compreensão da capoeira como possibilidade de formação cultural para além dos limites da roda, uma formação para a vida. São relíquias de uma história. Com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, Centro de Culturas Populares e Identitárias e Secretaria de Cultura da Bahia.

Exposição em Florianópolis:

De 25 à 30 de setembro no Casarão da Alfândega – Centro.

Visitação de terça à sábado das 9:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00.

Abertura: Dia 25 de Setembro às 18:00 no Casarão da Alfândega – Centro.

Mostra do Documentário: Memórias Periféricas da Capoeira Angola de Salvador: o acervo pessoal de Mestre Nô.

Palestra: O Acervo e a Capoeira Angola da Periferia de Salvador com Mestre Nô e Professor Desenho.

 

Mais Informações: memoriasperifericasfloripa@gmail.com

APOIO: IPHAN SANTA CATARINA

cartaz floripa

“Eu envergo, mas não quebro”

Outono de 2017… Primeira noite fria do ano.

Camaradas reunidos para mais uma roda de Axé!

Algo abalou a energia.

Dois manos que amo muito jogando, como se fosse uma arena de gladiadores.

O berimbau é o Mestre da Roda, foi falado. Devemos respeito a este fundamento.

Mas, uma mulher Capoeira baixando o berimbau?

A luta não é contra os camaradas e sim com esta nossa sociedade que cultiva os princípios do egoísmo, individualismo e opressão.

Parafraseando Paulo Freire, quando a Capoeira não é libertadora, o sonho do oprimido é ser opressor.

“Eu envergo, mas não quebro”.

Mangueira e Chico

Não é sempre que conseguimos realizar dois sonhos numa noite só!

Quinze de fevereiro de 2017. Essa data ficará eternamente na memória.

Ir até São Paulo para assistir o Show de Verão da Mangueira. Uma aventura vivida com o Neto, meu companheiro e amor da minha vida.

O show começou com a maravilhosa Maria Bethânia. Depois uma sequência de grandes artistas homenageando esta escola de samba, a “escola mais querida do planeta”! Ciganerey, Tantinho, Leci Brandão, Fafá de Belém, Mariene de Castro, Elba Ramalho, Alcione e… Chico Buarque!!!

A felicidade e emoção foi tão grande que as lágrimas jorraram, num choro quase que descontrolado em poder ver o Chico Buarque e os integrantes da Mangueira.

Bateria, intérprete, Mestre Sala e Porta Bandeira, passistas, baiana…

“Sei lá não sei, sei lá não sei não
A Mangueira é tão grande…”
Que nem cabe explicação” Paulinho da Viola

Fotos: Joaquim Corrêa

Carnaval “das Antiga”

É a Unidos da Coloninha mais um ano na Praça XV.

A Batucada com força total.

As cuícas passando e tirando sorrisos da platéia.

A energia é tão forte que o corpo não sente o cansaço. Sente só o arrepio!

E parece que o tempo voltou e que estamos no carnaval “das antiga”, do tempo da infância, tempo da felicidade!

Carnaval na rua, carnaval do povo.

Alegria, alegria!

Fotos: Joaquim Corrêa